Nasce a primeira árvore do Ato Público em prol do Parque!

Nasce a primeira árvore do ato público do Parque Vila Ema

Ok ok. Alguém chame um desenhista…

Um abraço,

Fernando Salvio

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Chegamos a 300 assinaturas e alguns depoimentos

Todo juntos em uma só corrente!

Chegamos ao número mágico de 300 no abaixo-assinado da internet e nas ruas eu tenho certeza que já temos muito mais, pude ver alguns dos abaixo-assinados completos, com pelo menos 200 assinaturas.

Aproveito para publicar alguns relatos deixados no site do abaixo-assinado.

300 – Marcia Franco de Godoy – Defendo a criaçãrque pois defendo a natureza e esta area a prefeitura se conhecesse bem a história que todos os terrenos em volta são desmembramento de um sitio invernada assim como consta nas escrituras dos mesmos significa pois que as a muitos anos + de 50 anos era um sitio e que as aves que ali estão gralhas, maritacas, corujas, papagaios e inumeros sabiás com certeza não se adaptarão em outro local pois por aqui não tem um local p/ eles sobreviverem se tirarem deles o seu verdadeiro habitat, isso é crime contra a natureza e como a prefeitura aprova isso? Crimes como esse ali ja esta acontecendo pois nós que moramos aqui a muitos anos ja sentimos a falta de pés de jatoba e outros que ja desapareceram ou seja mataram. Assim como as arvores que anos atras chegavam a atravessar a rua p/o outro lado e todas ja foram mortas e o que resta esta sendo ameaçado pela tal construtora.

291 – Paulo Sérgio da Cunha Ramos – Morei em São Paulo por 10 anos e conheço muito bem esse tereno,pois meu cunhado mora no final da rua Batuns,inclusive participei de varios bailes quando esse tereno possuia uma bela residencia.

Residência essa, que foi incendiada e depois demolida…

285 – Sergio Murilo Malpica – Compartilho de toda ação em prol do meio ambiente na região que residimos, que esta sendo “devastada” pela especulação imobiliária sem cirtério de avaliação da comunidade, da saturação do sistema viário, entre outros.

284 – Ricardo Antonio de Lima – Defendo pois apesar de morar no final do Vila Ema, minha mãe tem uma casa na Rua: Manoel Vieira Pinto, ela morou muitos anos neste local. Minha família gosta muito desta area

273 – Daiana Ribas Machado – Amigos, vamos apoiar essa idéia! Precisamos nos unir em prol da fauna e da flora, que apesar de tão importante para nós, está sendo destruída covardemente! Estou à disposição! É uma luta longa, mas serei incasável! Obrigada.

E tem muito mais lá.

Não se esqueçam, neste sábado faremos um ato público em frente ao terreno. Vamos varrer a rua, desenhar e pintar árvores no chão, em vez de bandeiras para a copa.

Um abraço,

Fernando Salvio

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Para os fotógrafos de plantão

A prefeitura está fazendo um concurso de fotos das árvores.

Fica a dica para os fotógrafos enviarem seus trabalhos e principalmente para você que conhece as árvores da Rua Batuns, enviar seu material, concorrer e conscientizar a opinião pública.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/concurso_de_fotografia/index.php?p=18442

Segue a foto que eu tirei hoje com uma família que a Tecnisa pretende desapropriar.

Família SEM TETO
A família que será desapropriada para a construção da TECNISA

Um abraço,

Fernando Salvio

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Três fatos curiosos e históricos a respeito da área

Neste fim de semana estive conversando com moradores e uma pessoa que trabalhou na Prefeitura há alguns anos.

A conversa inicialmente seria para revelar um fato bem interessante, mas que no final, se mostrou apenas uma parte de uma viagem fantástica no tempo e na história do Brasil e do mundo.

O fato que seria inicialmente revelado era que a área já havia sido tombada por volta de 1993 para a criação de um parque. Na época o processo caminhou pelo DEPAVE, que segundo essa fonte, era subordinado à secretaria de obras. Hoje o DEPAVE, Departamento de áreas verdes é subordinado à Secretaria do Verde.

Fiz algumas pesquisas no site da Imprensa Oficial, mas não consegui achar nada a respeito desse processo, já que o site não permite pesquisas por palavra-chave antes de 2003, mas de qualquer forma é interessante por ter todo o arquivo do Diário Oficial desde 1891 disponível para consulta de qualquer cidadão.

Em seguida, em uma conversa com outra pessoa, surgiu a informação de que neste terreno foram deixadas máquinas de terraplanagem supostamente usadas na construção de Brasília. Esses dados foram confirmados por mais de uma pessoa, inclusive mostrei uma imagem da época da construção encontrada na internet que mostrava uma máquina dessas e que segundo os entrevistados, era igual ou similar as que estavam estacionadas no terreno a mais de 30 anos e que possivelmente ainda existem vestígios dessas máquinas por ali. Inclusive no Google Earth é possível ver, nas imagens mais antigas, as possíveis máquinas.

O terceiro fato curioso é que a propriedade era de uma família alemã e que abrigou japoneses que moram até hoje na região e que foram obrigados a sair da costa do Brasil na época da segunda grande guerra.

Em breve publicarei essas imagens, por enquanto, fiquem com a foto que encontrei na internet e usei para confirmar a história das máquinas de terraplanagem, supostamente usadas na construção de Brasília.

O que estariam fazendo ali na Vila Prudente?
Trator usado na construção de Brasília. O que estariam fazendo ali na Vila Prudente?

Em breve irei publicar cada uma dessas histórias, com mais detalhes.

Um abraço,

Fernando Salvio

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O depoimento mais emocionado e inteligente sobre as árvores

Eu estava tirando cópias dos abaixo-assinados e esse singelo senhor se aproximou de mim para pedir ajuda e numa conversa de quase meia hora, aprendi muito mais do que poderia ter aprendido em anos na escola. No YouTube tem mais…

Um abraço,

Fernando Salvio

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A luta dos moradores para salvar as escassas áreas verdes de São Paulo